Gênio ou Genialidade: gene ou esforço - qual é o segredo do sucesso?

Todo mundo tem um pouco de gênio!


                 Nós somos escravos dos genes, ao que tudo indica. Calvicie, altura, obesidade. A genética é implacável determinando tudo isto. Será que somos simples combinações de características dos nossos antepassados. Ou existe espaço para grandes mudanças feitas por nós mesmos. No programa ESPAÇO ABERTO-CIÊNCIA & TECNOLOGIA / GLOBO NEWS, apresentado de Washington pelo correspondente Luis Fernando Silva Pinto, teve uma conversa com o jornalísta David Shenk. Em seu último livro ele defende a teoria que nem tudo está escrito nos genes. O nosso DNA, segundo ele, não é capaz de determinar o nosso intelecto. O que nos separa dos gênios. A noção que criatividade é um por cento de inspiração e 99 por cento de transpiração pode ser real?  Uma psicóloga adverte em muitos sistemas de educação os mais capazes são os menos incentivados. Como vemos um músico como Wolfgang Amadeus Mozart em ação, reconhecemos na hora estamos diante de um gênio. Aos cinco anos, o menino austríaco já era um virtuoso no cravo e no violino. E começou a compor as primeiras peças. Até o fim da vida presenteou o mundo com óperas como “Bodas de Fígaro” e “Don Giovanni”.  E o que dizer desses passes de pura magia internizados por um dos maiores gênios do nosso futebol. Será que essa habilidade com a bola veio escrito nos genes de Pelé? Diante do brilho dessas mentes nós, meros mortais, achamos que a genialidade é algo inacansável reservados apenas para quem nasceu genes especiais. A epigenética diz exatamente o contrário e avisa que para ser gênio é preciso trabalhar duro sem ter medo do fracasso. O jornalista David  Shenk compilou e traduziu para a linguagem leiga essas pesquisas no livro “O Gênio em Todos Nós”. E garante que qualquer um pode chegar lá, mas o caminho é longo. A reportagem e a entrevista em inglês (com legendas em português) com o jornalista David Shenk   é de autoria da repórter Sandra Coutinho, de Nova York. E avisa: mas atenção, quem quer ter sucesso precisa aprender a lidar com o fracasso. Uma lição que até os atletas mais consagrados atendem na prática. O dificil é não desanimar e os pais podem (e devem) ajudar nesta caminhada. Mas para largar na frente é preciso é preciso contar com boas escolas. Países com o sistema educacional precário, como o Brasil, saem em desvantagem nessa corrida. O jeito é correr atrás do prejuízo e compensar com criatividade o que a escola não oferece. Nos Estados Unidos, a psicóloga Rena Subotnik examina as várias dimensões da mente do gênio. É uma questão que intriga os cientistas: o que produz gênios? É a capacidade que vem em nossos gens ou é o resultado de muita trabalho. Até hoje ninguém saber com certeza a origem de um desempenho extraordinário. E para a ciência ser gênio vai além de ser mais inteligente do que a média, ou ser capaz de fazer algo que ninguém faz. Há quase uma década, a Dra. Rena Subotnik ajuda a definir as politicas educacionais aplicadas a crianças prodígios na Associação Americana de Psicologia. O primeiro passo para ela é diferenciar os verdadeiros gênios daqueles que conseguem fazer muito, mas apenas em um campo de conhecimento. Herança genética ou esforço pessoal, seja qual for a origem da genialidade, a Dra. Subotnik alerta que os professores precisam aprender a reconhercer os talentos na hora certa. É uma tarefa difícil, principalmente em escolas onde é mais fácil privilegiar desempenho esportivo do que desempenho mental.
Fonte: http://www.bloggravatv24horas.com.br/2011/06/todo-mundo-tem-um-pouco-de-genio.html

Mais informações: http://www.globonews.com.br/
 
 
Por tudo que tem sido pesquisado, muitas pessoas têm dúvidas se o sucesso é fruto da genética ou do esforço. A minha opinião é muito transparente sobre isso. Acredito que as pessoas podem nascer com predisposições genéticas, mas é o desenvolvimento por meio de esforço e dedicação que vai delinear os resultados e, consequentemente, o sucesso. Se a pessoa já nasce com predisposição para ser um gênio em determinada área, com o esforço e a dedicação provavelmente será. Caso não tenha essa predisposição, dedicando-se, talvez não se torne um gênio, mas terá sucesso e será feliz. Portanto, na dúvida se tem a genética de um Mozart, de um Dejanir, de um Cielo ou Neymar... dedique-se!

2 comentários:

  1. Educação ajustada à realidade

    A partir do momento em que ficou cientificamente comprovado que nascermos com um acervo de experiências trazidas pela ”consciência”, ou alma ou espírito, surgiu o enorme desafio de se ajustar a educação a esta realidade.

    Até recentemente ocorriam casos esporádicos de genialidades precoces na música, matemática, física, pintura, literatura, e outras áreas e que eram registrados como ocorrências inexplicáveis e ficava por isso mesmo.

    Felizmente, entretanto, a educação dos filhos mudou no sentido de se dar mais liberdade a eles, seja pelo gradativo desaparecimento da família tradicional, pela libertação das mulheres do jugo de maridos autoritários, pela diminuição da influência dos pais na educação dos filhos, pela sociabilização precoce, e outros fatores relevantes, que viabilizaram uma educação mais racional.

    Associado a esse conjunto de alterações, surgiu o desenvolvimento da informática, área pouco dominada pelos adultos e que ficou aberta para os jovens. Houve, então, uma inversão de valores e eles passaram a prestar assessoria aos avós e, muitas vezes, aos próprios pais.

    Constata-se que agora os jovens não somente se destacam precocemente nesta área, como estão assumindo empreendedorismos impensáveis até recentemente.

    Entende-se o quanto de frustração sofreram as gerações passadas, e justifica-se a rebeldia de uma juventude tolhida no seu desenvolvimento. Tolhimento que a escola tradicional ainda pratica, infelizmente,

    Ter consciência do problema é o primeiro passo para se ter soluções.

    Texto transcrito do site www.vidacomqualidade.net

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